
Embora Mario Delgado, presidente da Morena, tenha afirmado em mais de uma ocasião que Salomón Jara já é o candidato do partido ao governo de Oaxaca, na noite de sexta-feira a Câmara Superior do Tribunal Eleitoral da Federação Judiciária (TEPJF) abriu as portas para o desafio colocado pelo senador Susana Harp, que também aspira ser a porta-estandarte.
Em um comunicado, o TEPJF informou que derrubou parte da determinação do Tribunal Local de Oaxaca sobre a possível existência de violência política de gênero contra Harp durante o processo de seleção interna em que Jara foi eleito.
Além disso, ordenou que o Instituto Estadual de Participação Eleitoral e Cidadã de Oaxaca (IEEPCO) seja enviado ao Instituto Estadual de Participação Eleitoral e Cidadã (IEEPCO), para resolver através de um procedimento sancionatório especial, de acordo com o projeto de acordo do juiz Felipe de la Mata Pizaña, que discutir a sessão plenária em sua sessão pública de 30 de março.
“As queixas são parcialmente fundamentadas, porque, embora Morena tenha cumprido formalmente o princípio da paridade, também é verdade que carece de mecanismos regulatórios internos para alcançar a paridade substantiva com uma abordagem de transversalidade aos candidatos a governador ou governador”, afirma o texto de 37 páginas.
Embora Salomón Jara seja o vencedor pelo método escolhido por Morena, o Tribunal observou que não existem mecanismos regulatórios no partido que prevejam o que deve ser feito neste tipo de caso e, assim, cumprir seu dever de garantir a paridade substantiva através de critérios de competitividade e transversalidade, especialmente para candidatos a governador ou governador.
Vale ressaltar que a legisladora deixou claro seu interesse em saber se a indicação do candidato de Morena ao governo de Oaxaca foi definida pela paridade. “É tudo o que peço para saber”, disse. A candidatura ainda está no ar.
Dados os fatos, o partido fundado por AMLO foi ordenado a definir regras claras especificando como aplicar transversalidade ou competitividade, a fim de garantir a paridade substantiva o mais tardar no início do próximo processo eleitoral para os governos.
E vinculou o Instituto Nacional Eleitoral (INE) a supervisionar que o partido político emita tais regras de paridade substantiva, além do fato de que deve verificar que, nos registros de suas candidaturas, atende a esses critérios.
Más Noticias
¿Qué pasó en la Refinería Salina Cruz? Pemex explica el humo y las llamas de este domingo
Pemex informó un paro seguro en la Refinería Salina Cruz que provocó la activación de quemadores de piso

Criminales desatan balacera dentro de la Iglesia Nuestra Señora de la Merced en el Centro de Lima
Los delincuentes habrían ingresado al templo para perseguir a un cambista que trabajaba en la zona. Disparos dejaron al menos a una persona herida

Oro y plata: así se compran y venden las onzas este 22 de junio
Los precios internacionales y el tipo de cambio del dólar son lo que determina el valor de las piezas de estos metales preciosos

Resultados ONPE más del 99% EN VIVO: Keiko Fujimori y Roberto Sánchez en histórica definición electoral en Perú
Con el 99.693% de actas procesadas por la ONPE, la diferencia entre ambos candidatos es de 40,849 votos. No quedan actas pendientes: solo 285 están en proceso de envío al JEE. La proclamación oficial del Jurado Nacional de Elecciones (JNE) sigue prevista para mediados de julio
El CNE anunciaría el escrutinio definitivo de las elecciones presidenciales en Colombia este miércoles 24 de junio
Los resultados del preconteo inicial, en los que el abogado Abelardo de la Espriella se convirtió en el nuevo presidente electo de la nación, pusieron a la izquierda política a la defensiva sobre la transparencia del proceso
