
O estudo mais recente, publicado pela Traffic Index, da plataforma holandesa de geolocalização TomTom, mostra que as pessoas de Bogotá gastam mais de 55% do seu tempo em suas jornadas diárias. Isso, para colocar em termos práticos, significa que em uma viagem de 60 minutos se tornou um dos 93.
Em pelo menos um minuto de tempo de viagem aumentou o tráfego em Bogotá durante 2021, o nível de congestionamento é superior a 50%, o que significou uma mudança de 2% em relação a 2020.
A administração distrital de Cabezada, da prefeita Claudia López, tem esse tema em discussão frequente, às vezes delegando culpa ao público, como quando ela disse que “são os pais que optam por colocar seus filhos em uma escola que fica a duas horas de casa”, observando que um dos fatores do trânsito congestionamento no norte de Bogotá foi a presença massiva de rotas escolares no setor.
Propostas como o pico e a placa durante todo o dia, restrição por horários para acessar Bogotá em pontes de férias, entre outros; tentaram melhorar a situação de mobilidade na capital, que é colapsada por vários fatores, como obras de infraestrutura e melhoria da rede rodoviária; por exemplo: o construção da primeira linha do metrô, tapando mais de 34.000 buracos, adaptação e construção de troncos TransMilenio, entre outros. Existem cerca de 500 trabalhos que estão sendo avançados no momento.
Durante a audiência de responsabilidade pública da Secretaria Distrital de Mobilidade (SDM) e suas entidades afiliadas e relacionadas, seu secretário Felipe Ramírez Buitrago garantiu que, diante dessa situação e das obras que estão sendo realizadas em Bogotá, os cidadãos terão que mudar seus hábitos de mobilidade.
O Índice de Tráfego apontou em seu relatório que Istambul, na Turquia, é a cidade que lidera este ranking com 142 horas perdidas por ano, seguida por Moscou, capital da Rússia, que perde 140 e Kiev, na Ucrânia, com 128 lugares que superam Bogotá e completam o ranking top 3. Um total de 404 cidades de 58 países foram analisadas durante 2021, para o desenvolvimento deste estudo.
Um fato curioso é que o tráfego mundial diminuiu 10% em relação aos números de 2019, antes do início da pandemia de COVID-19, de fato, houve uma redução de 19% nos horários de pico.
Outras cidades sul-americanas no ranking são Lima, capital do Perú, com perda de 96 horas por ano, ocupando o 19º lugar na lista, Recife, no Brasil, onde 92 horas se perdem e ocupa a 24ª posição e Santiago do Chile com 89 horas ocupa a 26ª posição no mundo.
Em contrapartida, as cidades da região com menos congestionamento de tráfego são Brasília, a capital do Brasil, onde são gastas apenas 34 horas por ano e classificam-se em 339, depois Montevidéu no Uruguai, ocupa a 185ª posição e com 50 horas desperdiçadas no trânsito e Curitiba, também no Brasil, com 55 horas por ano. Meca, na Arábia Saudita, é a última do ranking com apenas 16 horas perdidas por ano.
Os números em Bogotá podem piorar nos próximos dias, com a chegada de mais veículos causada pela compra vertiginosa de carros, bem como outros fechamentos de estradas a serem anunciados nos próximos dias.
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