ONU, 17 de março O Conselho de Segurança da ONU apelou publicamente esta tarde para a “estrada anti-russa” convocada por seis estados-membros, incluindo três membros permanentes. Rússia Convocou suas próprias reuniões e foi adotado por “colegas ocidentais”. Esta tarde, mais uma vez, esta conferência dedicada ao tema ucraniano foi realizada ontem pelos Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, México, Noruega e Albânia (6 em cada 15 pessoas). O Reino Unido diz que a Rússia está “cometendo crimes de guerra ao atingir civis”. Ao mesmo tempo, a Rússia está tentando promover outra reunião sem data, mesmo na Ucrânia, a fim de adotar o que Moscou chama de “uma resolução equilibrada, não política e orientada para a ação”. Na carta, a Rússia reclamou que “infelizmente, nossos colegas ocidentais promoveram a linha anti-russa politizando questões humanitárias”. O embaixador russo Vasily Nebenzia disse nesta terça-feira que a resolução de seu país abordando questões como um cessar-fogo, evacuação de civis e cumprimento das leis de guerra tinha apenas linhas humanitárias, mas o embaixador britânico imediatamente respondeu a ele, sem sequer mencionar o fato de haver invasores ( Rússia) e aqueles que atacaram (Ucrânia). Dado que o conselho enfrenta a questão do veto dos cinco membros permanentes que impedem a maioria das resoluções, França e México anunciaram que estão submetendo conjuntamente outra resolução à Assembleia Geral sobre questões humanitárias para tratar de questões futuras. Na última reunião da Assembleia Geral da Ucrânia em 2 de março, a esmagadora maioria dos países (193 votos de 141 estados membros) condenou a invasão russa da Ucrânia e instou Moscou a retirar suas tropas. Embora seja verdade que a resolução parlamentar não é vinculativa, apenas 5 países votaram, o isolamento diplomático da Rússia, 12 países participaram da reunião e 35 países (incluindo alguns aliados russos tradicionais) se abstiveram. Modificar/copiar