 Procopius |
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7 de Agosto de 2008
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"Não encontres descansos na terra, nem as cores da Aurora de ameiguem! e entre as larvas da noite sombria, nunca possas descanso gozar! Não encontre um pau uma pedra, posta ao sol, posta às chuvas e aos ventos, padecendo os maiores tormentos, dondes possas a fronte pousar. Que a teus passos a relva se torre, murchem prados, a flor desfaleça ! e o regato que límpido corre, mais te acenda o vesano furor e ao contacto de teus lábios sedentos, se transforme em lago impuro de vermes nojentos..."